fazenda - escritos e tecidos

criando tecidos, tramas, escritos, diálogos... buscando entrelaçar a todo instante o fio que nos interliga ao fluxo natural regido pelo tempo...tecendo com fé, confiança e boa vontade!


quarta-feira, 14 de maio de 2014

o pulso ainda pulsa, disse o Zumbi
Postado por dan às 17:52

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A Menina da Fazenda

A Menina da Fazenda
...Antes de dormir, abriu a janela para observar as estrelas no céu, que ali, longe das luzes da cidade, era cheeeiiinho delas. Ficou olhando e pensando nas primas, quando, de repente, passou uma estrela cadente. No mesmo instante a Menina da Fazenda fez um pedido com muita, mas muita vontade....

bom dia SOL!!!!!!! bom dia DIA!!!!!!

bom dia SOL!!!!!!! bom dia DIA!!!!!!
o sol nasce pra todos

aos contemporâneos

Perceber no escuro do presente essa luz que procura nos alcançar e não pode fazê-lo, isso significa ser contemporâneo. Por isso os contemporâneos são raros. E por isso ser contemporâneo é, antes de tudo, uma questão de coragem: porque significa ser capaz não apenas de manter fixo o olhar no escuro da época, mas também de perceber nesse escuro uma luz que, dirigida para nós, distancia-se infinitamente de nós. Ou ainda: ser pontual num compromisso ao qual se pode apenas faltar.Por isso o presente tem as vértebras quebradas. O nosso tempo, o presente, não é, de fato, apenas o mais distante: não pode em nenhum caso nos alcançar. O seu dorso está fraturado, e nós nos mantemos exatamente no ponto da fratura. Por isso somos, apesar de tudo, contemporâneos a esse tempo. Compreendam bem que o compromisso que está em questão na contemporaneidade não tem lugar simplesmente no tempo cronológico: é, no tempo cronológico, algo que urge dentro deste e que o transforma. E essa urgência é a intempestividade, o anacronismo que nos permite apreender o nosso tempo na forma de um "muito cedo" que é, também, um "muito tarde", de um "já" que é, também, um "ainda não". E, do mesmo modo, reconhecer nas trevas do presente a luz que, sem nunca nos alcançar, está perenemente em viagem até nós. (Giorgio Agamben)

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