sábado, 2 de agosto de 2014

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Andei léguas de sombra Dentro em meu pensamento. Floresceu às avessas Meu ócio com sem-nexo, E apagaram-se as lâmpadas Na alcova cambaleante. Tudo prestes se volve Um deserto macio Visto pelo meu tato Dos veludos da alcova, Não pela minha vista. Há um oásis no Incerto E, como uma suspeita De luz por não-há-frinchas, Passa uma caravana. Esquece-me de súbito Como é o espaço, e o tempo Em vez de horizontal É vertical. (Fernando Pessoa, in 'Cancioneiro')

quarta-feira, 14 de maio de 2014

o pulso ainda pulsa, disse o Zumbi

quarta-feira, 26 de março de 2014

Ficando longe do fato de já estar meio que longe de tudo - David Foster Wallace. (pág. 94/95)

Tampouco compreendo, preciso admitir, como alguém desembolsa grana para ser arremessado, suspenso, largado, sacudido de um lado para outro em alta velocidade e pendurado de ponta-cabeça até vomitar. Para mim é como pagar para se envolver num acidente de carro. Não entendo qual é o sentido; nunca entendi. Não é uma coisa regional ou cultural. Acho que é uma questão de constituição neurológica básica.

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Caxias do Sul, RS, Brazil
Eu, poetizado Me descubro em tudo (Vítor Ramil)