quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Invictus / William Ernest Henley / Tradução: Leonardo Dias

Do fundo da noite que me cobre,

Preta como o Breu de lado a lado

Agradeço a todos deuses pelo nobre

Inconquistável espírito a mim dado.


No acaso todo das circunstâncias

Não me deixei cair nem gritar

Apesar de um estouro de ânsias

Minha cabeça sangra sem curvar


Além desse lugar de tristezas e insanos

Nada se vê, só o Horror desde cedo

E ainda assim a ameaça dos anos

encontra-me e encontrar-me-á sem medo


Não importa quantas vezes desatino

nem quantas vezes a vida me espalma

Sou o mestre e senhor do meu destino:

Sou o capitão de minha alma.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010



Assisti recentemente A Noiva Cadáver. Uma curtição. Me apaixonei por este personagem.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Antroposofia



Um livro para quem pratica o autoconhecimento e ama histórias medievais, sobre cavaleiros, amor cortês e Santo Graal.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

se você não pode ser forte seja pelo menos humana

coleção 2003



Peças no varal.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Produção 2003


Esta manta foi o destaque desta coleção. Participou de uma produção de moda feita aqui na cidade por Patrícia Pontalti, publicada no caderno Donna da Zero Hora. Foto de Janete Krieger, grande amiga e parceira.

panos

Coberta de lã de ovelha. Elas são super pesadas, típicas dos Campos de Cima da Serra. Sempre forradas com tecidos de algodão, florais e de cores vibrantes, Chitas. Gosto das cores de Almodóver.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010


No meu primeiro atelier

Quem sou eu

Minha foto
Caxias do Sul, RS, Brazil
Eu, poetizado Me descubro em tudo (Vítor Ramil)