O que será que me dá,
Que me queima por dentro, será que me dá
Que me perturba o sono, será que me dá
Que todos os tremores me vêm agitar
Que todos os ardores me vêm atiçar
Que todos os suores me vêm encharcar
Que todos os meus nervos estão a rogar
Que todos os meus órgãos estão a clamar
E uma aflição medonha me faz implorar
O que não tem vergonha nem nunca terá
O que não tem governo nem nunca terá,
O que não tem juízo...
criando tecidos, tramas, escritos, diálogos... buscando entrelaçar a todo instante o fio que nos interliga ao fluxo natural regido pelo tempo...tecendo com fé, confiança e boa vontade!
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- Caxias do Sul, RS, Brazil
- Eu, poetizado Me descubro em tudo (Vítor Ramil)
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